O que fazer (e o que nunca fazer)
Ao oferecer suporte, sua empatia deve ser o guia. Esteja disponível para ouvir, mas nunca culpabilize a vítima com frases como “por que você não faz nada?”. Evite forçar soluções rápidas ou confrontar o agressor, pois isso pode expor a vítima a riscos de vida imediatos. O foco deve ser o planejamento de segurança discreto: ajude com um plano de fuga e um local seguro para ficar, mas permita que a decisão final de denunciar ou sair de casa parta exclusivamente dela, no tempo em que se sentir pronta.